segunda-feira, 23 de março de 2015

Discurso de formatura da turma de Marketing

Ilustríssimos senhores componentes da mesa, formandos, pais, irmãos, colegas, amigos e convidados, boa noite!

Estava em meu quarto no escuro e ouvindo “Jesus alegria dos homens” de Johann Sebastian Bach, esperando que a inspiração chegasse para que conseguisse escrever esses meus agradecimentos.
Como não conseguia, pedi ao meu pai Celestial que me desse uma luz. De imediato, o meu quarto se iluminou. Assustado, levanto com um salto, olho para a porta e minha esposa estava lá e tinha acendido a luz. Daí, veio a inspiração para escrever a introdução e por isso, peço licença as minhas colegas do Marketing para agradecer 3 grandes mulheres maravilhosas de minha vida, que contribuíram incansavelmente para que hoje eu esteja aqui.
Primeiro quero agradecer minha mãe que não está participando juntamente conosco, visto que tem medo de voar, mas foi uma lutadora para que pelo menos um dos seus cinco filhos biológicos tivessem um diploma de curso superior. Sou o primeiro a concretizar esse sonho dela.
Depois, minha esposa, que aqui se faz presente como minha paraninfo, incansável em sua luta para que seu marido continuasse e concluísse seu curso superior, uma vez que já havia desistido de 3 e ela, já possuía duas pós graduações, mas nunca me fez sentir menor e soube esperar o meu tempo para também ter o seu sonho realizado. E pela sua fisionomia vejo que o sentimento de vitória também ilumina seu rostinho amoroso.
E por último, minha filha, que no alto dos seus 16 aninhos, me faz enxergar a determinação na busca de seus objetivos, uma lutadora, uma filha amorosa, carinhosa e mesmo distante de mim, a cada competição que ela conquista no Judô, me faz ver que quando queremos algo para nós, temos que lutar e vencer.
Não posso deixar de agradecer ao meu bom Deus, a acolhida que tive pelos meus colegas da Unopar, agradecer a nossa Tutora Jeane Mendes e as heroínas, Alexsandra, Nângela, Nayane e Fernanda que juntamente comigo, estão recebendo seus merecidos diplomas.
Fiz os agradecimentos às minhas colegas e a Jeane, pois não é sempre que um senhor de cabeça branca se infiltra entre os jovens para levar adiante seus sonhos e é aceito como fui nessa turma de Marketing.
Até pensei em terminar cantando a música da banda Queen, “We Are The Champions” mas, depois de um capítulo da Novela das nove, a filha do comendador declarou que não ia na formatura de sua irmã bastarda para ver aqueles pobres cantando essa música. Coisa mais brega!
Então desisti de cantar.
O futuro é um caminho ainda desconhecido por nós, que não temos um tempo determinado para chegar. Sabemos que lá na frente, podemos encontrar um riacho de águas límpidas ou, talvez pedregulhos, quem sabe, um deserto de certezas ou incertezas. Mas, se optarmos por seguir sozinhos, certamente poderá ser uma tarefa árdua. Por isso, aprendemos a planejar, fazer experimentos, aprendemos também a estudar o ambiente no intuito de amenizar as dificuldades.
Se olharmos para trás, vamos ver que começamos o nosso curso da mesma maneira que hoje encaramos o futuro. Seguros pelo conhecimento adquirido e ao mesmo tempo com um friozinho na barriga por não saber o que virá pela frente.
Agora, temos um diferencial importante, somos profissionais de Marketing.
Disse um dia Lee Marvin, “Uma das coisas boas do envelhecimento é descobrir que você é mais interessante que a maioria das Pessoas que conhece”.
Embora não cantarei “We Are The Champions”, tenho o maior orgulho em dizer: Nós Somos os Campeões...

Jodenon Borges de Sousa
Orador da Turma de Marketing - Universidade Norte do Paraná

sábado, 7 de março de 2015

08 de Março, duas oportunidades em uma só data

Responsável por eu perder a cabeça e casar
“Este nosso blog foi concebido com muito amor e cheguei à conclusão que se tornou um prazer sagrado, escrever sobre nós.
Na verdade, ele me fez olhar atentamente para dentro de mim mesmo e ao meu redor de forma bastante intensa e verdadeira, pois quem me conhece sabe que não sou muito intenso normalmente, mas, muito verdadeiro nos meus sentimentos.
Sempre fui conselheiro sentimental e sexual de minhas amigas e colegas, portanto, vou escrever alguns conselhos para você.
1 – Viva e curta o máximo a vida a dois. Isso inclui, sonhos e desejos;
2 – Viva o presente, viva o que se encontra disponível e ao seu alcance, mas se não tiver ao seu alcance, procure pelo menos tentar chegar bem próximo daquilo que possa te fazer feliz;
3 – Faça algo que possa direcioná-la aos seus objetivos;
4 – Não se arrependa por ter feito, por ter realizado algo que algum dia te deixou em dúvida.
Sabe de uma coisa?
Realize!
Em qualquer momento da vida, acredito que agregar o que é bom, é melhor juntar do que separar. Sendo assim, seja bastante clara e faça um acordo para viver bem e prazerosamente, seja comigo ou com quem achar que deve.
5 - Acorde! É bom acordar algo em si e empreender uma caminhada, seja sozinha ou acompanhada e lembre-se, viver um relacionamento intensamente pode ser uma experiência maravilhosamente bela.
6 - Tente! Porque o amor, a paixão, a excitação, não acaba se houver respeito e admiração, eles sempre se renovarão e farão diferenças significativas em sua vida.
Não pense que todos os casamentos são iguais ao nosso, porque não são. Você é uma pessoa única e maravilhosa, eu sou único, nem tanto maravilhoso, mas tento ser e sei que sou único pelo menos no nome conforme informações do Dr. Google.
A nossa relação matrimonial é única e pode ser incrivelmente melhor, basta sairmos do senso comum. Nascemos para ser felizes, então, vamos viver felizes enquanto durar o estoque (nossa vida).
Não pense que as outras pessoas irão entender o nosso casamento. O que importa, são os nossos entendimentos e isso basta e já será um grande feito.”
PARABÉNS PELOS NOSSOS 35 ANOS de Namoro que parece, começou ontem em Anápolis.
Parabéns pelo dia internacional da Mulher!

Resultados dos 35 anos



quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Fazer novas experiências


Depois de 5, 10 ou 15 anos não sei bem, resolvi passar por uma experiência do passado. Ir da casa de minha mãe, até ao meu apartamento no centro da cidade, usando o transporte público.
Foi uma experiência muito boa.
Primeiro, sentei em um banco de plástico duro e nada confortável. Uma morena simpática sentou ao meu lado e tentou puxar conversa. Respondi sempre com cortesia, no entanto, estava focado em observar a minha cidade e o trajeto efetuado pelo ônibus (transporte coletivo).
A cada curva que ele fazia, parecia que a sua suspensão era feita de cerejeira ou melhor aroeira bruta de tão duro que era. Pensei com meus botões, como pessoas que necessitam usar o transporte coletivo, sofrem diariamente! Além do quê, com uma passagem ao custo de R$.3,30 aumento de 17% na virada do carnaval equivalente à R$.0,50 para repor os calotes que as prefeituras de Goiânia e entorno estão dando nas empresas com os passes livres negociados.
Uma vergonha que o Ministério Público de Goiás está entrando na briga para cancelar o aumento e fazer com que as prefeituras cumpra com suas obrigações e responsabilidades.
Foi uma excelente viagem de 30 minutos em um trecho de 7 km.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Declaração de Bens

O Pai moderno, muitas vezes perplexo e angustiado, passa a vida inteira como um louco em busca do futuro e esquecendo-se do agora. Nessa luta renuncia ao presente. Com prazer e orgulho, cada ano, preenche sua declaração de bens para o Imposto de Renda. Cada nova linha acrescida foi produto de muito trabalho. Lotes, casas, apartamentos, sítio, casa de praia, automóvel do ano – tudo isso custou dias, meses, semanas de lutas. Mas ele está sedimentando o futuro de sua família. Se partir de repente, já cumpriu sua missão e não vai deixá-la desamparada.
Para ir escrevendo cada vez mais linhas na sua relação de bens, ele não se contenta com um emprego só – é preciso ter dois ou três; vender parte das férias; levar serviço para casa. É um tal de viajar, almoçar fora, fazer reuniões, preencher a agenda – afinal, ele, um executivo dinâmico, não pode fraquejar.
Esse homem se esquece de que a verdadeira declaração de bens, o valor que efetivamente conta, está em outra página do formulário do Imposto de Renda – naquelas modestas linhas, quase escondidas, onde se lê: relação de dependentes. São filhos que colocou no mundo, a quem deve dedicar o melhor do seu tempo.
Os filhos, novos demais, não estão interessados nas propriedades e no aumento da renda. Os anos passam, os meninos crescem e o pai nem percebe, porque se entregou de tal forma ao futuro, que não participou de suas pequenas alegrias; não os levou ou os buscou no colégio; nunca foi a uma festa infantil; não teve tempo de assistir à coroação de sua filha como Rainha da Primavera. Um executivo não deve desviar sua atenção com essas bobagens. Sào coisas para desocupados.
Há filhos órfãos de pais vivos, porque estão “entregues” – o pai para um lado; a mãe, para outro, e a família desintegrada, sem amor, sem diálogo, sem convivência. É esta convivência que solidifica a fraternidade entre irmãos, abre caminho no coração, elimina problemas e resolve as coisas na base do entendimento. Há irmãos crescendo como verdadeiros estranhos, que só se encontram na passagem em casa. E para ver os pais é quase preciso marcar hora.
Depois de 18 anos de casado, passei 15 absorvido por muitas tarefas, envolvido em várias ocupações e totalmente entregue a um objetivo único e prioritário; construir o futuro para três filhos e minha mulher. Isso me custou longos afastamentos de casa; viagens, estágios, cursos, plantões no jornal, madrugadas no estúdio de televisão... Uma vida sempre agitada, tormentos e apaixonante, na dedicação à profissão – que foi, na verdade, mais importante que a minha família.
Agora, estou aqui com o resultado de tanto esforço; construi o futuro penosamente, e não sei o que fazer com ele, depois da perda de Luíz Otávio e Priscila.
De que vale tudo que juntei, se esses filhos não estão mais aqui, para aproveitar com a gente? Se o resultado de 30 anos de trabalho fosse consumido agora por um incêndio e, desses bens todos, não restasse nada mais do que cinzas, isso não teria a menor importância; não ia provocar o menor abalo em nossa vida porque a escala de valores mudou e o dinheiro passou a ter peso mínimo e relativo em tudo.
Se o dinheiro não foi capaz de comprar a cura de meu filho amado que se drogou e morreu; não foi capaz de evitar a fuga de minha filhinha, que saiu de casa e prostituiu-se, e dela não tenho mais notícias, para que serve? Para que ser escravo dele?
Eu trocaria – explodindo de felicidade – todas as linhas da declaração de bens por duas únicas que tive de tirar da relação de dependentes; os nomes de Luíz Otávio e de Priscila. E como doeu retirar essas linhas na declaração de 1986, ano base de 1985. Luíz Otávio morreu aos 14 anos e Priscila fugiu um mês antes de completar 15.
Preta, um dia você solicitou que fizesse uma avaliação de seu desempenho como mãe, esposa e educadora. É obviamente uma tarefa muito difícil, contudo achei oportuno descrever o relato do jornalista Hélio Fraga. Ele nos faz refletir sobre o mundo atual e sobre a educação que damos aos nossos filhos, em função da necessidade de consumo ou até mesmo de trabalho. Em hipótese alguma, a minha intenção seria desestimular os seus sonhos e desejos profissionais e sim mostrar que fazendo uma previsão que possivelmente acontecerá este ano, envolverá com certeza, atividades das 7 às 23 horas e os seres que mais necessitam de você poderão sentir a sua falta. (Pra não dizer do pai que já vive distante).
O momento é de reflexão, carinho e compromisso com você, o Neguinho e a Aninha. No mais, sei que o trabalho te faz feliz, bem como supre a minha ausência, mas tenha certeza que estarei com você em qualquer situação decidida.
Quanto ao seu desempenho, não tenho o que comentar. Você é simplesmente: ÓÓÓÓÓÓÓTIMA.

Jodenon Borges de Sousa

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

10 coisas sobre o amor que ninguém te diz

Estou sem tempo para escrever e postar desde julho, então, vi este texto em o The Secret e estou postando aqui.

O que você sabe sobre o amor?
Veja 10 dicas que você precisa saber para ter relacionamentos mais saudáveis.
1.    O amor não machuca. Abusos físicos e/ou emocionais não são parte do amor. O amor não é manipulador, ele não deve ser usado para fazer com que outros façam o que se quer. Você nunca deve ceder às exigências de alguém com base no: “Você faria isso, se você me amasse!”.
2.    O amor é um sentimento intenso de cuidar de outra pessoa. Ele pode assumir muitas formas diferentes (romântico, simpático, familiar), mas é sempre sobre os cuidados.
3.    Embora seja verdade que uma grande parte do amor é colocar a felicidade de outra pessoa à frente da sua própria, isso nunca incluir comprometer seus valores ou não ser verdadeiro a si mesmo.
4.    Se alguém lhe pedir para fazer algo que você não quer fazer, a fim de “provar” o seu amor, essa pessoa não lhe ama do jeito que você imaginava que amava. Quando você ama outra pessoa, você não pede a ela para se sacrificar em nome desse amor.
5.    É muito fácil confundir o desejo pelo amor. A verdadeira medida do amor romântico é o compromisso e a confiança, não atração física.
6.    É possível sentir o amor romântico por mais de uma pessoa num determinado momento. Imagine se é possível, para você, amar seus pais ao mesmo tempo, por que seria impossível sentir o amor romântico por duas pessoas ao mesmo tempo?
7.    Não se reprima emocionalmente caso se encontre nessa situação infeliz. Só não se esqueça de permanecer solteiro e ser aberto e honesto com todas as partes sobre os seus sentimentos e confusão.
8.    Sexo não é amor. Amor não é sexo. O sexo pode ser uma parte do amor romântico, mas nunca é obrigatório.
9.    O amor romântico pode desaparecer. E nem sempre há um motivo. Quando alguém termina com você isso não reflete seus valores como pessoa ou que você tenha falhado.

10.  Amor nos faz sentir felizes, seguros e apreciados.